quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Nova Ponte sediará 1º Encontro de Paraquedismo

Evento acontece no próximo sábado e domingo 

Acontece no próximo sábado e domingo o 1º Encontro de Paraquedismo da cidade de Nova. O evento será realizado das 6h da manhã às 18h. A expectativa é que sejam realizados pelo menos dois vôos por hora, cada um deles com cinco paraquedistas, ou seja, 10 saltos por hora.  O encontro contará com a presença de paraquedistas de diversos estados brasileiros, como Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Os participantes vão voar e pousar no Aeródromo de Nova Ponte, exceto entre às 14h e 16h, quando os pousos serão realizados no Balneário de Nova Ponte, às margens da represa. 

O evento será realizado por Edison Ferrenha, proprietário da Skydive do Triângulo e instrutor de paraquedismo Accelerated Static Line (ASL), filiado à Confederação Brasileira de Paraquedismo e Federação Aérea da Catalunha, província no nordeste da Espanha, cuja capital é Barcelona. Os pilotos que participarão do encontro, assim como as aeronaves, são todos homologados pela Agência Nacional de Aviação Civil. 

Segundo Édison Ferrenha, todos os equipamentos utilizados nos saltos são de última geração e possuem dispositivos de abertura automática. Por isso, caso o paraquedas principal não abra e o aluno não consiga liberar o reserva, o dispositivo abre o paraquedas reserva sozinho a uma determinada altura para que o aluno chegue seguro ao solo. O equipamento também possui o Stevens, um dispositivo de segurança que dispara o reserva automaticamente caso o principal seja desconectado pelo aluno. 

Curiosidade

Accelerated Static Line (ASL) é um tradicional programa de treinamento de paraquedismo que permite aos alunos, após um curso teórico de 10 (dez) horas e a realização de uma progressão de saltos práticos, alcançarem o domínio das principais técnicas de vôo, abertura, navegação e pouso. A vantagem do programa ASL é que ele exige um investimento inicial menor, em relação a outros programas, os alunos realizam mais saltos e a progressão do aluno em direção à queda-livre é mais lenta. 

Lucas Barbosa / Serifa Comunicação Integrada

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